Chimarrão in, code out
Bons tempos de quando eu virava longas madrugadas programando nos meus projetos tomando um bom chimarrão no frio de Porto Alegre.
Uma pena que nunca mais achei essa minha cuia. Acho que perdi em alguma das minhas mudanças :(.

Bons tempos de quando eu virava longas madrugadas programando nos meus projetos tomando um bom chimarrão no frio de Porto Alegre.
Uma pena que nunca mais achei essa minha cuia. Acho que perdi em alguma das minhas mudanças :(.

James Gosling, pai do Java, saiu da Sun/Oracle há algumas semanas. O que eu posso dizer disso tudo é que Gosling fará uma falta enorme no time que sempre fez a Sun ser uma das mais inovadoras empresas de tecnologia. Time esse que infelizmente vai se reduzindo aos poucos.
Tive já o prazer de apertar a mão do Pai do Java em um dos Sun Tech Days da vida, e Gosling é simplesmente fantástico, e possui uma mente muito jovem, extrovertida e com um ótimo humor.
Então nada mais justo do que eu deixar aqui meu agradecimento a James Gosling, que criou a linguagem que amo, e que é minha companheira desde o início da minha carreira profissional.
Obrigado, Gosling.

Como sempre que chego em casa estressado com o trabalho, procurei em minha videoteca um bom episódio dos Simpsons para ver. Simpsons são meu anti-stress preferido, talvez perdendo apenas para os aviões.
Optei pelo episódio O cachorro reprovado (temporada 2), onde Ajudante de Papai Noel é levado em uma escola para cães, mas o cão não aprende nada e continua um completo imbecil (coitado do cão, hehe), e Homer decide então dar/vender o cão para outra familia. Então, Lisa exclama a maior das frases que eu poderia ouvir:
Pai, esse é o nosso bichinho de estimação.
Podemos questionar sua integridade e sua disposição, mas não podemos questionar seus sentimentos.
Está tentando nos ensinar que a maneira de se resolver o problema com alguma coisa que se ame é jogando-a fora?
Será impressão minha ou esse episódio foi baseado em fatos reais?
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