The whole truth

por Otávio Scherer Garcia

Engraçado como o velho ditado de o feitiço virou conta o feiticeiro resolveu me assombrar essa semana. Aliás vários ditados resolveram me assombrar...

Por inúmeras vezes eu sempre dei conselhos para as pessoas, e obviamente eu sempre respeitei esses meus conselhos e usava para eu mesmo. O que eu sempre dizia (e fazia) era de que nunca devemos perder uma oportunidade. Confesso que a vida tem sido generosa para mim, sempre tive (em todos os pontos) muitas oportunidades e opções. Eu sempre estive no momento certo e na hora certa, e sempre soube escolher a melhor das oportunidades. A triste história é que semana passada eu recusei uma das melhores (e talvez a melhor) das oportunidades profissionais de minha vida: uma empresa grande, um bom cargo, um ótimo salário, e a praticidade de uma simples logística. Escolhi errado, e se arrependimento matasse, me arrependo mais uma vez de algo que eu não fiz :'(.

E quando eu achei que tudo estava ruim, a lei de murphy que eu mais curto impera: nada está tão ruim que não possa ser piorada. De repente a amada Vivo começou a tornar-se mum péssimo local de trabalho. Um colega que é muito meu amigo já havia me avisado para que eu cuidasse bem sobre quem eu considerava amigo. Até que eu descobri que os amigos na verdade eram inimigos e os inimigos... fiquei pensando se eu cometi injustiças considerando como inimigos ou se eram amigos - e eu fui injusto.

Nunca me arrependi de nada que eu fiz, nem tampouco vou me arrepender. Mas há uma pequena (talvez grande) mágoa sobre algo que eu não fiz ou deixei de fazer, e o Zaffari é mais uma delas :(.

Aos poucos estou tentando colocar os negócios da empresa em dia. Mas para isso creio que há apenas uma solução: vou fazer faculdade de contabilidade para eu mesmo fazer a parte burocrática, vou fazer uma faculdade de design e aprender a mexer no Gimp para eu mesmo fazer os layouts das aplicações dos clientes, e por último vou assinar o google calendar para começar a organizar minha agenda :)

Goodbye Vivo

por Otávio Scherer Garcia

É com muito pesar que anuncio o final de uma relação de grande amor de um  ano e meio com essa empresa que eu sempre dediquei boa parte de meus neurônios. Foram muitas linhas de códigos, muitas classes, interfaces, XMLs, entity beans e um dos melhores frameworks que eu pude desenvolver.

E é por isso que eu acho que fiz minha parte, fiz o que estava a meu alcance e agora está na hora de partir, de conquistar novos terrenos, novos amigos, novos conhecimentos...

A vida nos proporciona inúmeros desafios, e esse é mais um novo desafio que eu tenho que enfrentar. Foram duas semanas de dúvidas quando ao sentimento da vondade de mudar. E até que finalmente Otávio e Vivo entram em um concenso que seja bom para os dois lados.

E que aconteça o que for melhor :) 

De onde eu blogo!

por Otávio Scherer Garcia

Seguindo a moda da blogosfera, eis o local de onde eu blogo. Como ainda não chegou minha mesa para o computador, improvisei na mesa de jantar, haha.

Em breve posto uma foto da Vivo :) 

Anos atrás: Blogo, logo existo (2005).

Java 5, finalmente

por Otávio Scherer Garcia

Sim, criei vergonha na cara e após longos anos trabalhando com Java 1.4 resolvi migrar todas minhas aplicações e meu servidor de desenvolvimento em casa para Java 5. Faz 3 anos que eu estou nessa novela, agora finalmente... hahahaha.

Tá, até então nada de complexo. Antes de mais nada, um download do kit no site da Sun, depois o download do Eclipse, já aproveitando a (enxuta) versão 3.2 em versão Linux GTK recém lançada. Após, uma visita no site do MyEclipse e não esquecedo de pegar um Tomcatzinho básico no site do projeto Jakarta e... ambinente completo em poucos minutos.

A grande surpresa que eu tive é ter que reescrever quase todas as assinaturas de métodos que retornam Collections e afins, além de remover os casts de objetos... mas nada como o quick resolve do Eclipse para economizar um precioso tempo :)

O foda agora vai ser instalar isso tudo lá na Vivo :)

Anos atrás: Mais um filhote (2005).

Vida corporativa

por Otávio Scherer Garcia

Recebi um e-mail de um colega, e "não sei" por que razão eu comecei a me lembrar do clima de trabalho na Vivo.

Todos os dias, a formiga chegava cedinho ao escritório e pegava duro no trabalho. Era produtiva e feliz.

O gerente marimbondo estranhou a formiga trabalhar sem supervisão. Se ela era produtiva sem supervisão, seria ainda mais se fosse supervisionada. E colocou uma barata, que preparava belíssimos relatórios e tinha muita experiência, como supervisora. A primeira preocupação da barata foi a de padronizar o horário de entrada e saída da formiga. Logo, a barata precisou de uma secretária para ajudar a preparar os relatórios e contratou também uma aranha para organizar os arquivos e controlar as ligações telefônicas.

O marimbondo ficou encantado com os relatórios da barata e pediu também gráficos com indicadores e análise das tendências que eram mostradas em reuniões. A barata, então, contratou uma mosca, e comprou um computador com impressora colorida.

Logo, a formiga produtiva e feliz, começou a se lamentar de toda aquela movimentação de papéis e reuniões!

O marimbondo concluiu que era o momento de criar a função de gestor para a área onde a formiga produtiva e feliz, trabalhava.

O cargo foi dado a uma cigarra, que mandou colocar carpete no seu escritório e comprar uma cadeira especial. A nova gestora cigarra logo precisou de um computador e de uma assistente (sua assistente na empresa anterior) para ajudá-la a preparar um plano estratégico de melhorias e um controle do orçamento para a área onde trabalhava a formiga, que já não cantarolav a mais e cada dia se tornava mais chateada.

A cigarra, então, convenceu o gerente marimbondo, que era preciso fazer um estudo de clima. Mas, o marimbondo, ao rever as cifras, se deu conta de que a unidade na qual a formiga trabalhava já não rendia como antes e contratou a coruja, uma prestigiada consultora, muito famosa, para que fizesse um diagnóstico da situação.

A coruja permaneceu três meses nos escritórios e emitiu um volumoso relatório, com vários volumes que concluía: "há muita gente nesta empresa". E adivinha quem o marimbondo mandou demitir?

A formiga, claro, porque ela andava muito desmotivada e aborrecida.

Moral da história: Tenho certeza que você está pensando: "já vi esse filme em algum lugar!"

Anos atrás: Novo filhote (2005), Conspirations for brain... (2005).

Virtua retrô/8MB

por Otávio Scherer Garcia

Desde segunda minha Net Virtua estava pior que uma conexão discada do IG. Liguei pro call center e após uns 20 menus, 13 gritos de palavrões o atendente resolve mandar um técnico aqui em casa.

O tio veio, apertou uns 70 cabos, remendou mais uns 17, subiu no telhado do prédio, pingou redes que nem um condenado...

Após o técnico sair daqui, fui fazer um download: eis a imagens acima, hahahaha.De repente eu tenho um backbone aqui em casa e nem estou sabendo, hahahahaha...

Perfil

Otávio Scherer Garcia, arquiteto de sistemas Java EE, 28 anos.

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